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A Telebrás ou Telecomunicações Brasileiras S.A., era uma holding que controlava várias prestadoras de serviços telefonicos. (CTMR, TELESC, TELEPAR, TELESP, CTBC-Borda do Campo, TELEMIG, TELEGOIÁS, TELEMS, TELEMAT, TELERJ, TELEST, TELEBAHIA, TELERGIPE, TELECEARÁ, TELEPARÁ, TELPA, TELPE, TELERN, TELMA, TELERON, TELEAMAPÁ, TELAMAZON, TELEPISA, TELEACRE, TELAIMA, TELEBRASÍLIA,TELASA e CETERP e SERCOMTEL) e da primeira operadora de longa distância (EMBRATEL). A empresa estatal foi criada em 1972 no auge do regime instituído pelo golpe de 1964. Sua incumbência foi centralizar as empresas de telecomunicações concessionárias de serviços públicos no Brasil.

O Sistema Telebrás foi privatizado no dia 29 de julho de 1998 em função da mudança da Constituição Brasileira de 1988 no ano 1995, e com a promulgação da Lei Mínima e da Lei Geral de Telecomunicações, que visavam o enxugamento da máquina estatal brasileira [[1]].

Foram vendidas (privatizadas) quatro empresas da Rede de Telefonia Fixa e oito empresas da Rede de Telefonia Celular (Sistema Móvel Celular) [[2]].

Até a privatização, as empresas do sistema Telebrás eram responsáveis pela Operação e Gerência de Redes de Telecomunicações (Princípios da Gerência de Redes) no Brasil, ou seja, pelos sistemas de telecomunicações.

 

Telecartofilia

 

Muitos testes foram feitos a partir da implantação do projeto TP-Cartão pela Telebrás em 1987, à época ainda com o sistema da empresa inglesa General Electric Plessey Telecommunications. O sistema escolhido, entretanto, foi o indutivo, inventado pelo engenheiro brasileiro Nelson Guilherme Bardini.

No dia 5 de abril de 1992 a Telebrás apresentou o novo telefone público durante o Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1, em São Paulo, tendo o lançamento oficial ao público ocorrido durante a Eco 92 - conferência mundial da Organização das Nações Unidas sobre Meio Ambiente - realizada no Rio de Janeiro de 3 a 14 de junho do mesmo ano. Nessa ocasião foi lançada a primeira série, composta de oito modelos de cartões: Araras Azuis, Aves do Pantanal, Mico Leão Dourado, Tamanduá Bandeira, Vitória Régia I, Vitória Régia II, Jacarés e Tiê-Sangue. Em São Paulo, o primeiro Telefone Público a Cartão foi instalado em outubro de 1993 no Museu de Arte de São Paulo (MASP) quando foi lançado um cartão comemorativo com a fachada do museu.

1992 – Lançamento dos primeiros cartões por algumas telefônicas estaduais como a Telerj, Telesp, Teleceará, Telebrasília, Sercomtel e outras.
1994 – A Telebrás lança as primeiras séries, distribuindo-as para todo o país.
1997 – Telefônicas estaduais de todo o Brasil lançam as suas próprias séries.
1998 – O Sistema Telebrás foi privatizado em 29 de julho, dividido em Telesp, Tele Centro-Sul, Tele Norte-Leste e Embratel. A CRT, CTBC, Ceterp e Sercomtel eram companhias independentes e não integraram esse leilão.
1999 – em janeiro os cartões da Telesp passam a se chamar Telefónica; em abril os cartões da Tele Norte-Leste passam a se chamar Telemar; e em julho a Tele Centro-Sul lança séries em todos os seus estados de atuação com o seu nome.
2000 – em abril a Tele Centro-Sul passa a se chamar BrasilTelecom; e em dezembro os cartões da CRT também passam a se chamar BrasilTelecom.
2007 – em abril a Telemar adota o nome de sua operadora de celular e passa a se chamar Oi ; em junho a Telecartofilia completa quinze anos no país. (Fonte- Wikipédia).

 

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Usaremos em todas as nossa páginas as tabelas de emissão conforme seu mês de lançamento, sendo que a numeração é de nosso catalogo de "Cartões Telefônicos do Brasil" on-line de uso livre, desde que citada a fonte "www.maniadecolecionar.com.br" 

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